quarta-feira, 25 de abril de 2012

MOMENTOS DE REFLEXÃO - JAH VIVE - PALAVRA SOM PODER


LEITURA DIVINA - RAS LÉO CARLOS E RAS TONTON FYA BUNING

ESCRITURAS DOS MELQUISEDEQUE



  O CEPAPA compartilhará com nossos leitores alguns trechos dos escritos sagrado Melquisedeque que foi estudado por Ras Léo Carlos e Ras Tonton Fya Burning. 

  Os Melquisedeques são Espíritos Ministradores que se manifesta no espírito dos homens tornando-os Santos. Melquisedeque significa "Rei de Justiça".

  Como foi dito citaremos partes da leitura dos escritos Melquisedeque:


Os Aspectos Sociais da Religião

   Deveis ter sempre em mente que a verdadeira religião existe para vos fazer conhecer a Deus como o vosso Pai, e ao homem como vosso irmão. A religião não é uma crença escrava em ameaças de punição, nem em promessas mágicas de recompensas místicas futuras.

   A religião de Jesus é a influência mais dinâmica que jamais estimulou a raça humana. Jesus abalou a tradição, destruiu o dogma e convocou a humanidade à realização dos seus ideais mais elevados no tempo e na eternidade — ser perfeito, como o próprio Pai no céu é perfeito.

  Tão certamente quanto compartilham suas crenças religiosas, os homens criam grupos religiosos de alguma espécie, que finalmente gerarão metas comuns. Algum dia, os religiosos deixarão de tentar reunir-se baseados em opiniões psicológicas e crenças teológicas comuns, efetivando antes uma cooperação real, baseada na unidade de ideais e de propósitos. As metas, mais do que as crenças, é que devem unificar os religiosos. Já que a verdadeira religião é uma questão de experiência espiritual pessoal, torna-se inevitável que cada religioso, individualmente, deva ter a sua interpretação própria e pessoal da realização dessa experiência espiritual. Que o termo “fé” represente a relação individual com Deus, mais do que a formulação da crença naquilo que algum grupo de mortais tenha sido capaz de escolher como sendo uma atitude religiosa em comum. “Tu tens fé? Então, que a mantenha para ti próprio.”


 A Contribuição da Religião


  A interdependência econômica e a irmandade social irão, finalmente, conduzir à fraternidade. O homem é naturalmente um sonhador, mas a ciência está convocando-o a ser sensato, de modo que a religião possa, em breve, estimulá-lo com muito menos perigo de precipitar reações fanáticas nele. As necessidades econômicas atrelam o homem à realidade, e a experiência religiosa pessoal coloca esse mesmo homem frente a frente com as realidades eternas de uma cidadania cósmica sempre em expansão e progresso.
( Assim como afirma Marcus Garvey - a interdependência econômica e a irmandade social os princípios da UNIA.)

A Religião na Experiência Humana

   A EXPERIÊNCIA da vivência religiosa dinâmica transforma o indivíduo medíocre numa personalidade de poder idealístico. A religião contribui para o progresso de todos, fomentando o crescimento de cada indivíduo, e o progresso de cada um é aumentado por meio da realização de todos.
  O crescimento espiritual é estimulado mutuamente pela ligação íntima com outros religiosos. O amor propicia o solo para o crescimento religioso — uma atração objetiva, em lugar de uma gratificação subjetiva — e ainda proporciona a suprema satisfação subjetiva. E a religião enobrece a lida comum da vida diária.

O Crescimento Religioso

  A experiência religiosa é influenciada de um modo marcante pela saúde física, pelo temperamento herdado e o meio social. Contudo, as condições temporais não inibem o progresso espiritual interno de uma alma dedicada a fazer a vontade do Pai no céu. Em todos os mortais normais, encontram-se presentes certos impulsos inatos para o crescimento e a auto-realização, que funcionam se não forem especificamente inibidos. A técnica certa de alimentar esse dom, que é parte do potencial de crescimento espiritual, é manter uma atitude de devoção, do fundo do coração, aos valores supremos.

O Crescimento Espiritual

  Inicialmente o crescimento espiritual é um despertar para as necessidades e, em seguida, um discernimento dos significados e, depois, uma descoberta dos valores. A evidência do verdadeiro desenvolvimento espiritual consiste em demonstrar uma personalidade humana motivada pelo amor, animada pela ministração não-egoísta e dominada pela adoração sincera dos ideais de perfeição da divindade. E toda essa experiência constitui a realidade da religiosidade, ao contrário da mera crença teológica.

   Após essa realização espiritual, assegurada seja pelo crescimento gradativo seja por uma crise específica, ocorre uma nova orientação da personalidade, bem como o desenvolvimento de uma nova medida de valores. E tais indivíduos nascidos do espírito têm as suas motivações tão renovadas na vida, que podem calmamente permanecer de pé, enquanto suas ambições mais caras perecem e suas esperanças mais ardentes entram em colapso; pois, sem duvidar, sabem que tais catástrofes não são senão cataclismos retificadores a arruinar suas criações temporais, em prenúncio da construção de uma realidade mais nobre e mais duradoura, num nível novo e mais sublime de realização no universo. 

Conceitos de Valor Supremo

   A religião não é a técnica para alcançar uma paz mental estática e abençoada; é um impulso para organizar a alma para o serviço dinâmico. É o alistamento de toda a individualidade no serviço leal de amar a Deus e servir ao homem. A religião paga qualquer preço essencial ao alcance da meta suprema, a recompensa eterna. Na lealdade religiosa há uma plenitude de consagração que é de magnífica sublimidade. E esse tipo de lealdade é socialmente eficaz e espiritualmente progressivo.

 Para o religioso, a palavra Deus torna-se um símbolo que significa a aproximação à realidade suprema e o reconhecimento ao valor divino. As preferências e os desagrados humanos não determinam o bem e o mal; os valores morais não advêm de desejos realizados ou de frustração emocional.


  Significação é algo que a experiência acrescenta ao valor; é a consciência apreciativa dos valores. Um prazer isolado e puramente egoísta pode conotar uma desvalorização virtual dos significados, um gozo sem sentido a beirar as raias do mal relativo. Os valores tornam-se experienciados quando as realidades têm sentido e são mentalmente associadas, quando tais relações são reconhecidas e apreciadas pela mente.

 Os valores não podem nunca ser estáticos; a realidade significa mudança, crescimento. A mudança sem crescimento, sem expansão de significado e sem exaltação do valor, nada vale — é mal em potencial. Quanto maior a sua qualidade de adaptação cósmica, mais significado qualquer experiência traz. Os valores não são ilusões conceituais, são reais, mas dependem sempre do ato dos relacionamentos. Os valores sempre são tanto factuais quanto potenciais — não o que foi, mas o que é e o que está para ser.

 A conjunção dos factuais e dos potenciais equivale ao crescimento, à realização dos valores na experiência. Contudo, o crescimento não é mero progresso. O progresso é sempre algo significativo mas, se não vier acompanhado de crescimento, torna-se relativamente sem valor. O valor supremo da vida humana consiste no crescimento dos valores junto ao progresso dos significados, e na realização da inter-relação cósmica de ambas essas experiências. E tal experiência é equivalente à consciência de Deus. Esse mortal, embora não sendo supranatural, verdadeiramente está-se tornando supra-humano: uma alma imortal que está evoluindo.

 O homem não pode provocar o crescimento, mas ele pode gerar as condições favoráveis para tanto. O crescimento é sempre inconsciente, seja ele físico, intelectual ou espiritual. E assim cresce o amor; pois ele não pode ser criado, nem manufaturado, nem comprado; deve crescer. A evolução é uma técnica cósmica de crescimento. O crescimento social não pode ser assegurado pela legislação; e não se obtém o crescimento moral por de uma melhor administração. O homem pode manufaturar uma máquina, mas o real valor desta deve derivar da cultura humana e da apreciação pessoal. A única contribuição que pode advir do homem para o crescimento é a mobilização dos poderes totais da sua personalidade — a fé viva.


Escrituras Melquisedeque.

Logo detalharemos e continuaremos as escrituras reveladoras.

Continua... 

sexta-feira, 20 de abril de 2012

CEPAPA nos bairros 31 de março - Porto de Trás- Itacaré 2012 Movimento Kubongola Du Som Preto

  O Cepapa mais uma vez leva música e informação a comunidade do Porto de Trás, em Itacaré.

  O Porto de Trás é um dos primeiros bairros de Itacaré, com sua formação de origem de remanescentes quilombolas, do quilombo do Oitizeiro e João Rodrigues, comunidades tradicionais que se estabeleceram nas margens do sul do rio de contas,  Assim, começa a formação urbana da cidade de Itacaré.
 
O Projeto Música nos bairros, realizou oficina de artes e música de qualidade para a comunidade do Porto de Trás.
Rua do Porto de Trás

Equipe kubongola du som preto
















 Amanda Chaves
 Família da comunidade
 Ras Tonton Fya Burning


 Amanda Chaves

 Oficina de Pintura com a criançada da comunidade Porto de Trás











 Marcos Verde Vida


 Kubongola Band









































 MCS Timotê e Negus Jorge
 Marcos Verde Vida




 Marco Antonio na poesia


 MC Timotê


Artistas da comunidade do Porto de Trás.







O CEPAPA AGRADECE A COMUNIDADE DO PORTO DE TRÁS.

Projetos e iniciativas como essa é de extrema importância para o melhoramento das condições de vida de nossa população que se encontra nos guetto. As imagens mostra o quão lindo é a criatividade e beleza dos Guettos.

Logo tem mais, aguardem!!!